COMENTÁRIOS DE ALAN WATT  (Exemplo de Conversa Educacional):

"Uma Causa Comum e Caminhando Juntos"

18 de abril de 2007

Direito Autoral de Diálogo de Alan Watt – 18 de abril de 2007 (exceto música e citação literária)

WWW.CUTTINGTHROUGHTHEMATRIX.COM

alanwattsentientsentinel.eu

 

Olá pessoal! Sou Alan Watt e este é cuttingthroughthematrix.com. Estou espantado de como o tempo voa! Hoje em dia nunca temos o tempo de que necessitamos.

 

 O site europeu está caminhando positivamente. Os tradutores estão participando bastante; algumas transcrições, feitas inicialmente, já foram traduzidas a diversos outros idiomas europeus, e há muitas mais sendo terminadas a qualquer momento.  Tudo isso contribui muito para cumprir com os prazos dos trabalhos, os quais já estão bem esticados, considerando que há um único homem trabalhando aqui desse lado. Uma vez que já esteja tudo funcionando, espero ter outra pessoa coordenando toda essa parte.’

 

 Tenho recebido muitíssimas cartas e e-mails (o que requer um montão de tempo para por tudo em dia) de pessoas de diferentes origens e idades, todos lutando para defender seu espaço, sua cultura e seu sexo; todos com os mesmos tipos de problemas. O mundo tem sido eficientemente isolado; diferentes povos do mundo e indivíduos têm sido isolados entre si e cada grupo tem sido segregado dos demais de forma crescente conforme vai passando o tempo. Tudo é feito de maneira científica, conforme, há muito tempo, prognosticou Bertrand Russell. O efeito disso se reflete ao nosso redor, porque este não é um fenômeno que não pode ser compreendido, pois não é algo novo. O grupo de elite dominante está sempre conjeturando sobre o que devem fazer para que as coisas sejam ainda mais fáceis para eles mesmos se manterem no topo, enquanto manipulam todo um mundo na direção de um novo sistema, forma de vida e de fazer as coisas.  Utilizam professores de história antiga e filosofia para ensinar em suas conferencias, dirigidas a especialistas que trabalham nessas matérias, a compreender como os antepassados atuaram em sua época com relação a aspectos culturais e outros assuntos, assim, como dizia Platão, se você compreende o passado você aprende uma fórmula. Quando você introduz os mesmos aspectos utilizados em culturas passadas uma e outra vez, as pessoas irão responder exatamente da mesma maneira que antes. Isto é o se conhece por fórmula. O que quer que tenha sido feito no passado pode ser trazido à tona outra vez, a qualquer momento, para novamente ser experimentado, causando os mesmos efeitos de então.  Não se diferencia muito da prática dos cientistas quando experimentam com animais com distintos padrões de comportamento, para avaliar como eles reagem a determinado estímulo.  A mesma coisa é feita com pessoas, no estilo da mais antiga aplicação científica.

 

 Temos vivido um longo, longo período em um mundo imperialista. Em tempos remotos existiam as cidades-estado – onde se deu o começo da luta.  Platão dizia que transformariam aquelas cidades em colméias, cujo conceito artificial consiste em agrupar pessoas para viverem juntas, para então empurrá-las juntas a um sistema artificial – que necessita dinheiro para funcionar.  Não existe cidade sem uma moeda ou comércio de troca.  É preciso um lugar para negociar a troca de mercadorias. O melhor lugar para isso são as cidades por que elas não têm produção própria, mas sim burocratas, sistemas e forças armadas, de modo geral. Então, eles determinam que as cidades-estado lutem umas contra as outras, erguendo, com a ajuda de cada guerra, seus respectivos impérios.  O mundo vem funcionando assim por muito tempo, por milhões de anos. Tudo se resume em guerras e construção de impérios até que chegamos ao nossos dias, em que clamam, talvez prematuramente, vitória por terem desenvolvido um sistema de governo mundial organizado e bem estabelecido.  É verdade que, economicamente falando, o sistema global mundial está organizado com diferentes departamentos de executivos e burocratas distribuídos pelo mundo através do GATT (Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio). Não se esqueça que os livros de economia ensinam que os economistas, ou a economia, manda no mundo.  Cada país, com suas respectivas leis, circula em torno do sistema econômico. Tudo gira em torno da economia, baseada em dinheiro, empréstimos e débitos.  E todas as leis circulam ao seu redor.

 

 Uma vez que os países começam a se integrar em pequenos blocos, devem adaptar suas próprias leis e sua própria ciência ao sistema que acaba de ser criado para todos eles.  Todas as suas leis mudarão; não é mais possível manter leis individuais nesse novo sistema.  Tudo está integrado, exatamente como aconteceu com a fusão Norte Americana, quando esta foi finalmente anunciada, sem muita fanfarra, em março de 2005, que foi quando firmaram o acordo.  Já não se pode separar o Canadá, os Estados Unidos e México quando as forças de segurança e inteligência desses países foram fusionadas em uma única força. O sistema econômico sempre dependeu da discrição entre as nações e suas corporações nacionais atuantes. As corporações nacionais não existem, agora elas são internacionais, podendo integrar os sistemas de segurança, seus usuários e impostos, em sistemas únicos de taxação – os quais também estão sendo integrados.  Todas as leis que governam todas as nações estão agora integradas, até que você já não tenha, a não ser por televisão, um país independente.  Eles agitam suas bandeiras até onde querem taxar você para guerras e afins, para depois disso anunciar: “Vocês todos, agora, fazem parte de um grande bloco Norte Americano.”  E é assim que a coisa toda funciona.

 

 Na mídia autorizada vemos muita discussão sobre as incertezas a respeito da China e Índia – conhecidas como os dois grandes sistemas emergentes do “futuro próximo”.  De fato, este futuro já está aqui, embora inicialmente a China fosse programada para ser a principal produtora do planeta, visto que a Índia não se dedica muito a esta atividade.  Este país possui a maior classe-média do mundo, algo que eles não divulgam muito, pois querem que você pense que todo mundo ali vive amontoado em algumas cidades. Possui uma população enorme e, devido a esse fato, a segunda maior, ou maior, concentração de classe-média do mundo (e segunda maior população). Dessa forma, a maior indústria atuante na Índia é, de fato, indiana.  Eles exportam pessoas qualificadas principalmente nos campos burocráticos e médicos. A Grã-Bretanha não se retirou da Índia até estabelecer seu clone, pautado em seu sistema burocrático, que faz parte do acordo assinado com o Instituto Real de Relações Internacionais e o Conselho de Relações Exteriores, a CFR.  Estas instituições não abandonam um país, ao qual eles tenham invadido, até verem estabelecidos nele uma pequena estrutura formada por burocráticos representantes da classe-média, as famílias burocráticas, que serão um verdadeiro clone do país invasor.  Assim será também para o Iraque, e qualquer outro país que eles escolham invadir.

 

 Voltando ao motivo pelo qual comecei a divagar sobre estes temas, este tem sido um longo e cansativo dia, então, perdoem-me se eu divago muito. Professores e historicistas são tragados por estes especialistas, dando palestras a grupos de oficiais burocráticos sobre o que se deve esperar do futuro próximo.  Todos nós temos vivido dessa maneira, nós que nascemos no último século somos muito, muito velhos, porque assistimos à transição do antigo sistema industrial e como as pessoas viviam na era industrial. Ao mesmo tempo, durante algumas gerações, as pessoas estavam tão agradecidas por deixar a escola e ir diretamente ao mundo dos negócios e indústria, que parecia que conseguir um trabalho fixo fosse um feito heróico – o que geralmente indicava um salário escravista, ainda que existissem diferentes categorias de pagamentos.  Essas gerações pensavam que não havia nada mais gratificante que conseguir um trabalho fixo em alguma tediosa fábrica, ou o que o valha.  Então, por volta dos anos 70, começaram os choques sociais; nos 80, “não espere conseguir um trabalho fixo; possivelmente, você vai necessitar de dois ou três trabalhos...” e tampouco espere fazer carreira na empresa porque, muito provavelmente, ela vai fechar antes que você receba sua tão merecida promoção. Mas eles sabiam disso, porque já estava tudo programado. Isso já estava previsto quando, em 1945, foram assinados os tratados de desindustrialização.

 

 Passamos pela geração “X”, e outras mais esquecidas das páginas da história. Assistimos à proliferação de drogas impulsionada e promovida pelo poder vigente durante os anos 60, 70, 80 e 90, porque se você quer uma sociedade dócil, confundida e perdida durante os períodos de grandes mudanças, você deve enfiar drogas nessa sociedade a maior parte do tempo possível, transformando seu consumo em algo popular e, obviamente, desprezível.  Se você é jovem, você tem que fazer algo desprezível.  Há a indústria da música e todas as revistas dando suporte ao tema, tudo para uma boa promoção para meter você no mundo das drogas.  O que você realmente está contemplando é uma técnica de guerra, guerra ao público, criada para conduzi-los às maiores mudanças, sem que haja qualquer tipo de reação contra aqueles que as está promovendo e planejando.

 

O braço comunista da elite, pelo menos, escreveu muitos livros sobre fórmulas e estratégias para serem usadas para isolar as pessoas umas das outras, gerações de gerações e homens de mulheres.  Seus métodos obtiveram grande sucesso, e não é por que eles eram incrivelmente geniais, ou por que se serviam de uma bola de cristal para predizer o que queriam, mas sim porque, uma vez mais, utilizavam professores de história e filosofia...  Sabiam que se começassem doutrinando crianças desde a fase escolar, seria mais fácil para manipulá-las contra seus pais.  Também sabiam que podiam colocar homens contra mulheres e mulheres contra homens e, uma vez completada esta fase, podiam ir mais além isolando também grupos de pessoas. Enquanto se rivalizam uns com outros, vai soando aqueles repetitivos slogans, com o claro objetivo de estancar o pensamento consciente e racional.

 

 Você encontrará na história da decadência dos grandes impérios, o surgimento desses mesmos sintomas.  Basta compreender os sintomas da queda de um império, para entender a fórmula da sua decadência, ou da decadência de qualquer outro antigo sistema. Vimos, na decadência da Roma Antiga, quase um reflexo da decadência da Grécia Antiga, onde os esportes foram elevados às máximas categorias, na tentativa de fazer com que o vasto populacho entretivesse a elite, dando-lhes, assim, heróis para seguir, o que, na verdade, não afetaria suas vidas muito além disso.  Nada de bom que verdadeiramente mudasse suas vidas aconteceu. Grandes mudanças aconteceram ao seu redor enquanto eles se divertiam assistindo às competições esportivas. Isso também servia para segregar o homem da mulher porque o homem e a mulher juntos, mesmo na unidade familiar, é o mais parecido ao que se conhece pelos primórdios do sistema tribal.  Um sistema tribal é difícil de ser controlada por qualquer elite externa a este sistema porque, na tribo, eles dão suporte uns aos outros. O grupo estará sempre ali quando um ou outro membro do grupo estiver em apuros.

 

A idéia do controle totalitário é estar seguro de que ninguém defenderá a mais ninguém, então, os governos e autoridades poderão ditar suas ordens diretamente às mais baixas células sociais, sem enfrentar nenhum tipo de resistência.  Esta pequena célula social pode procurar por todos os lados, mas não vai encontrar ninguém, porque estão todos muito ocupados com seus próprios assuntos, e ela se verá sozinha. Nisto consiste um sistema totalitário.  E mais, se você observa os sintomas de tempos remotos, você encontrará a promiscuidade sexual elevada a seu extremo. Não há nada de novo em tudo isto, com exceção das ciências que acompanham esse processo desenvolvendo pílulas, favorecendo abortos e alguns tipos de doenças venéreas que poderiam desaparecer ou, pelo menos, impedir sua propagação através de alguns tipos de antibióticos.  Todo o mundo se está devorando, seja através das competições esportivas, de frivolidades sexuais ou em busca de extremo prazer, desenvolvendo todo tipo de desvios comportamentais.  Vimos exemplos disso na Grécia e Roma Antigas.  Os homens estavam muito preocupados com eles mesmos, com sua beleza física e em ser o macho guerreiro. As mulheres veneravam a Deusa Diana, além de elas mesmas. Uma vez que homem e mulher estão separados, o passo seguinte é encorajar o narcisismo.  As incríveis tendências narcisistas se desenvolvem por pessoas que veneram a si mesmas.  É impressionante, uma impressionante insensatez, que leva qualquer um à mais profunda decadência, sem se importar com as conseqüências sobre os filhos que estão tentando crescer.  Tudo fórmula.  Neste momento, sem dúvida, estamos na fase do narcisismo.

 

Quando você separa uma pessoa do seu pequeno grupo familiar ou tribal e promove sua doutrinação, que é quase uma religião de auto-veneração, você está assegurando que ela vai ignorar e tratar com indiferença todas as demais coisas que são realmente importantes e que estão acontecendo ao seu redor.  Vemos isso ocorrer todo o tempo.  O homem atingiu tal estado que não sabe nem mais quem ele é.  Não há mais verdadeiros papeis e modelos a seguir.  A unidade familiar, se é que isso ainda existe, não funciona ou é constituída por pai ou mãe solteiros.  Há ocurrido uma guerra contra a sociedade e, aqueles envolvidos, nem mesmo sabem disso; mas todos sabem que houve uma queda e disfunção dessa unidade.

 

 Se você se dedicasse a ver televisão todos os dias, mesmo durante o período de depressão, como fez a Grã-Bretanha nos anos 70 e 80, você jamais se daria conta de que a depressão estava ali. Isso acontece porque as notícias são cientificamente manipuladas, tal qual um bizarro método de cinema fantástico, ou seja, surreal, que oferece todo tipo de demonstração circense no que costumam chamar de “notícias”, passando do trivial a historinhas engraçadas, junto com outras em que aparecem pessoas sendo bombardeadas em algum lugar distante. Elas estão sempre ali, misturadas com notícias esportivas e o mundo da fama hollywoodinense, tudo ao mesmo tempo, em contraste com o fechamento de indústrias, fábricas e negócios e o pronunciamento, em tom lúgubre, da demissão de funcionários na última hora do dia feito sem qualquer aviso prévio. Então, partem para a próxima parte de banalidades.  Tudo muito normal.

 

Por conseguinte, as pessoas que perdem seus empregos se sentem envergonhadas porque o sistema artificial, no qual elas foram criadas - que de qualquer maneira não as pertencia, já que eles estavam ali somente para cumprir sua função e servir a uma minoria – joga a culpa sobre elas, porque o sistema promove uma imagem ideal, que não existe e nunca existiu, de um estilo de vida seguro pautado no trabalho duro e salário intocável. E o que acontece quando o trabalho acaba e o dinheiro se esgota?  Este é o momento em que se iniciam as brigas no lar, sem que haja qualquer resposta por parte a mídia, mas ainda assim eles continuam assistindo a televisão porque já não racionalizam mais.  Foram treinados para ver a mídia como um “Big Brother”, onde serão aconselhados sobre o que devem fazer, de modo camuflado, e então as pessoas, naturalmente, culparão a elas mesmas por haverem falhado, sem perceber que cada uma delas é somente uma entre milhões de outras que “também falharam”.  A idéia é isolar você e fazê-lo pensar que você é o problema. Em meio a isso tudo, novas gerações vão crescendo esquecidas, as publicamente anunciadas também por políticos de alto escalão como geração X, sabendo que, provavelmente, nunca mais terão trabalho em suas vidas, situação esta à qual devem começar a se acostumar.

 

Este é o bizarro surrealismo promovido pela mídia, que também promove para que isto seja visto como algo normal, o que, de fato, para a maioria das pessoas o é.  Elas não podem imaginar nada fora desse condicionamento.  Neste estado de coisas, não é possível imaginar pessoas planejando seus próximos 50, 100 anos, ou mais, ou suas vidas, um possível desemprego, os períodos de crise ou como lidar com ela.  As pessoas não podem imaginar nenhuma dessas situações porque não foram treinadas para enfrentá-las, e isto é tudo o que elas sabem.  Pavlov pode ter criado cães encerrados em jaulas aplicando-lhes choques elétricos todos os dias durante sua fase de crescimento e, então, eles não saberiam que há outra maneira de existir além dessa de acordar todos os dias levando choques até cair em convulsão.  O mesmo acontece com a realidade que transmitem a uma pessoa, população ou nações inteiras. Primeiro a divulgam, e uma vez que tenha sido criada uma geração inteira treinada nesses moldes, ela passa a treinar a geração seguinte porque pensam que isso é normal.

 

Agora dá para entender por que as pessoas entram em todo tipo de viagem imaginativa com coisas que nos fascinam enquanto seres humanos comuns.  Não conheço ninguém que em sua fase de adolescência não gostasse de se sentar em grupo para falar de coisas assombradas, histórias de fantasmas e todo tipo de coisas que te darão medo durante a noite.  Isso arrebata a imaginação.

 

Ainda que temos assistido aos movimentos sociais criados, o que, certamente, levou muito tempo para ser planejado antes de ser colocado em prática. Isso, especialmente se voltamos aos anos 50, 60, e daí em diante, em direção ao movimento da nova era, onde disseram que iam criar uma sociedade com ego sincronizado, composto por pessoas que ignoram o desagradável para prestar atenção somente no “positivo”, buscando, assim, a felicidade . Uma sociedade desse tipo vive a seu próprio risco, por que a menos que você olhe para os dois lados das coisas e seja consciente delas, não perceberá o treinamento que querem te impor, simplesmente por que não o quer ver. A capacidade de sobrevivência e os instintos naturais das pessoas são, dessa maneira, anulados. Esta técnica demonstra ser um verdadeiro sucesso promovido pelo topo do poder que, por outro lado, utiliza as coisas mais bizarras no intuito de fascinar as pessoas.

 

Fascinação – tem sido utilizada através de eras pelas maiores religiões, e quero dizer todas, incluindo a religião da Nova Era, a mais moderna de todas. É assim que a coisa funciona, e foi promovida como qualquer outra religião em seus primórdios. Dentro de cada religião há sempre algo que cativa e arrebata o individuo. Ouvimos falar sobre os antigos santos cristianos e que alguns deles saíram em busca do pensamento da transformação espiritual.  São idéias que podem agarrar uma pessoa, motivando-a a que se eleve com altos propósitos para sua própria vida, e para a vida dos demais. É dessa maneira que vendem suas idéias às pessoas, o que realmente funciona, porque há sempre algo de verdade dentro delas.  Porém, quando passam a dominar uma estrutura completa, com a devida autorização do poder, então, aí descobrimos que, a longo prazo, isso não era apenas para o seu bem.

 

Adam Weishaupt tem muito crédito no mercado somente por ser membro de uma seita, uma filial da maçonaria – e todas as outras fazem o mesmo – no mais alto nível. Ele obtém muito crédito por ser membro do “Illuminati”, como se isso fosse algo como pegar água benta e tirar sobre todo o mundo, com o risco de se escutar um chiado...  Este nome se transformou num lema, numa frase de efeito, quase num slogan. “O Illuminati está chegando”, os iluminados!  Weishaupt foi psicopata do topo também, daquele tipo que diz a coisa certa que as pessoas querem ouvir. Ele usa a técnica de fazer de conta que ajuda as pessoas a direcioná-las para uma nova liberdade.  Em seus próprios escritos, para aqueles que o ajudaram no topo (os outros psicopatas), ele diria os motivos reais de controle, e como as pessoas são estúpidas e ruidosas.  Ele foi um Jesuíta, não quero dizer que eles são os únicos, pois eles são parte da mesma irmandade em um alto nível, não importa o credo, seita ou nação a que pertençam. Ele sabia que através das ciências e arquivos de história, ao qual todos têm acesso, que qualquer coisa que seja feita pode ter credibilidade pública. A pessoa comum é a mais estudada, e sempre tem sido por milhares e milhares de anos atrás em todo o planeta, por psicopatas que sempre se transformam na minoria dominante, posição facilmente conseguida num sistema onde quem manda é o dinheiro.  Este é o sistema deles.

 

Weishaupt dizia, “Pobres homens tolos, em que vocês não creriam?”  Vou repetir para que se compreenda bem, ou para aqueles de curta memória: “Pobres homens tolos, em que vocês não creriam?”  Você encontrará este trecho nas cartas que ele escreveu a seus tenentes e que foram posteriormente publicadas. Nessas cartas, Weishaupt costumava zombar das pessoas comuns, que para aceder à seita participavam de rituais tão estúpidos quanto elas mesmas, segundo sua própria concepção delas, enquanto somente a alta elite teria verdadeiro acesso aos planos reais.  Se comparamos com as religiões mais antigas, não encontramos nenhuma diferença, pois todas usam as emoções humanas como moeda de manipulação, no sentido espiritual, com o objetivo único de beneficiar aqueles que estão no controle de todo o sistema, dando-lhes total obediência abaixo de berros.

 

Bertrand Russell, que também era um guru de alto nível, o “Lorde” Bertrand Russell, cujo padrinho era, realmente, John Stuart Mill, o grande economista da elite aristocrática e das grandes corporações britânicas.  Lord Bertrand Russell dizia a mesma coisa.  Ele desprezava as pessoas comuns dizendo coisas como: “Não existe absurdo que, com a adequada atuação governamental, não possa se tornar uma doutrina para a vasta maioria,”. Vou repetir: “Não existe absurdo que, com a adequada atuação governamental, não possa se tornar uma doutrina para a vasta maioria”. Doutrina significa crença.  Ele nos está dizendo que, o quer que seja promovido a larga escala, e na devida proporção, pelas pessoas que estão no alto escalão do poder para as pessoas que estão abaixo, e à base de berros, qualquer coisa, pode se tornar acreditável; as pessoas certamente acreditarão em tudo o que se diga.

 

Como costumo dizer, isto está ligado ao plano do narcisismo exagerado, que é sempre o último estagio depois de que todos já estão separados e de que tiveram seus tapetes puxados pelo império, nacionalidades e nações.  Os homens estão adormecidos tentando imitar o Rambo, os heróis esportivos, ou qualquer que seja o herói que lhes foi dado para seguir ou, então, sonham em vestir o uniforme negro da SWAT e juntar-se a eles, adquirindo, assim, algum prestigio, isto devido ao fato do mundo masculino ocidental haver sido derrubado e amplamente destruído, uma vez mais, por movimentos oficiais.  Sim, eles foram autorizados pelo topo – todos os diversos movimentos revolucionários que te ensinaram eram palha disfarçada sob a aparência de liberdade.  Eles chamavam de revolução aquilo com o qual os poderosos, gradativamente, utilizavam para sustentar seus impérios ou para sua construção, que nada mais é que o objetivo principal dessas revoluções.

 

Mesmo quando você faz oposição contra eles, você faz porque eles permitem que você o faça, sem que você desconfie das verdadeiras intenções, ainda que pense que o saiba.  Tudo já foi planejado, pre-planejado, e em um dado momento eles aparecem para assumir o controle quando você já quase completou uma etapa.  Como conseqüência, você é posto de lado individualmente, separado, a menos que eles façam um grupo (um grupo devidamente autorizado) para dar-lhes um sentimento de pertencer a algo.  Esta é a razão pela qual você encontra estes homens lotando os clubes esportivos, que é onde eles podem se comparar com o tipo que está ao lado deles, e com todos os outros que estão ao redor do campo onde praticam esportes e sentir na sua medíocre vida, durante um momento, que ele pertence a um grupo.  Esta também é a razão pela qual as mulheres são segregadas dos seus grupos, como uma espécie que foi separada das demais, como se se tratasse de uma raça distinta, diria, e é assim que elas tem sido tratadas.  Ninguém mais sabe como tratar o outro, de tão grande que tem sido a revolução e a guerra que tem sido empreendida em contra das antigas famílias do antigo sistema, cujas conseqüências sempre serviram a seus propósitos.

 

Faz tanto tempo que vivemos afastados de certa normalidade, que já não temos mais memória, ou história do que quer dizer normalidade.  Nos sistemas anteriores, a unidade familiar era promovida e criada. Depois da destruição das tribos, se tornou muito mais fácil para a elite, a minoria dominante, controlar, inicialmente, pequenas famílias.  A super estrutura que foi estabelecida sobre elas era formada pelo pastor local, pelos burocratas e pelas autoridades, os chefes supremos, tais como lordes, reis e rainhas.

 

 Agora que já foi dito tudo isso – o que fazer? Não é apenas uma questão de contrariar, mas sim de como você pode mudar o estado de coisas em uma direção à qual a elite não espera que você siga e que, definitivamente, não quer que você siga? O que eles esperam que você faça? O que a elite planejou, que é o que está acontecendo agora, é criar terror dentro da sociedade para mais facilmente poder controlá-la. Sim, é assim que acontece; realmente, verdadeiramente. Pessoas mentalmente controladas esperando para disparar o gatilho e tirá-los do caminho em algum animalesco festim, ou em algum outro ato para aterrorizar as pessoas e chamar mais atenção da mídia. Sempre com algum número oculto como o 32 ou o 33, além de três nomes devidamente compostos – assassinos solitários sempre tem três nomes: o primeiro, o nome do meio e o último nome. Basta observar todas aquelas pequenas estórias que contam a seu respeito, a propósito de pequenos sinais indicativos, tais como, as cores que usam, que costumam ser vermelho e negro, e etc.

Isso significa muito para o público, que imediatamente exige que algo seja feito. Obviamente, há sempre um projeto de lei pronto para ser aprovado e posto em prática, atingindo, assim, os objetivos da elite no comando e escondendo, sob essa temporária aparência de autoridade dada a grupos e pessoas, a falta de poder de decisão e autoridade que há muito lhes foi tirada. Esta é conhecida com a técnica dialética, depois que todos foram separados de seus grupos para pertencer a (autorizados, agora, e com status), seja este um grupo formado por idades ou gênero, ou qualquer outro grupo, com seus devidos porta-vozes oficiais que também foram autorizados para estar ali; é só recordar do formato do sistema soviético. Os soviéticos tinham as ongs (organizações não governamentais) que pretendiam falar em nome das pessoas para solicitar coisas ao governo. O governo era o encarregado de eleger os líderes das ongs e fundá-las, estando muito satisfeitos com sua função de aprovar leis a pedido das ongs. É assim que funciona o jogo de enganar. No ocidente é a mesma coisa, porque se trata do mesmo sistema.


Para rebater estas pessoas tem que haver superado sua amargura e doutrinação de desagrado e ódio porque, na realidade, muitos deles odeiam com paixão as respostas condicionadas. Eles foram condicionados com novos preconceitos. Tiveram que ultrapassar as barreiras que permeiam a vida de todos os que vivem agora e das futuras gerações. Agora, tudo está em jogo e cruzar todas as barreiras está acima delas, o que serve para tudo, de fatores raciais a todo o resto, porque todo mundo tem sido efetivamente neutralizado e segregado até realmente perder seu poder.

Os líderes dessas pessoas não as levarão a nenhum tipo de liberdade. Ainda que tudo do que falam gira em torno à liberdade, na verdade, acabam por guiá-las a um novo tipo de curral de ovelhas, que está um pouco mais além no horizonte que o curral que elas tem justo adiante e que considera seu inimigo. As pessoas tem que voltar a se unir, para se levantar e poder confrontar toda a massiva burocracia que temos arraigada a nossos cérebros. Temos que desviar de direção, para outra que a elite não planejou. Eles adorariam que as pessoas fizessem uma nova revolta.  Na última semana, li um artigo no jornal britânico, The Guardian, que o Ministério de Defesa da Grã-Bretanha, não apenas está esperando, mas que de fato quer isso, pelo menos foi isso que entendi. Na verdade, eles querem que aconteça uma revolta.

Eles querem que as pessoas reajam de uma maneira tradicionalmente exaltada, algo com o qual eles são mestres em tratar no seu extremo. Temos que seguir uma diferente vertente e não confrontá-los com a violência típica, com a qual eles nos têm sempre sob controle, desde que nos designaram lideres em todas a frentes, especialmente as violentas. Somente se nos uníssemos, seria possível salvar o que vale a pena salvar, ou seja, a espécie que chamamos humana, os seres humanos. Seria a completude de um ser humano, com todas as emoções intactas, incluindo a habilidade de se cuidarem e protegerem mutuamente. Isto não significa que nos tornamos estúpidos e baixamos a cabeça a psicopatas que dizem as coisas “certas”. Temos que estreitar as distâncias e mostrar, como costumo dizer, verdadeira compaixão ao outro por que este é o nosso mundo. É tudo o que temos.

 Aqueles que estão crescendo agora estão enlouquecidos, pois não têm modelos a seguir. O estado os assumiu para dar-lhes um papel e um modelo a seguir, o qual é incrivelmente depressivo para as crianças, o mais jovens. Muitos deles não sentem que a vida é algo que vale a pena viver. Eles mal começaram e já estão deprimidos. Assistem todos os dias a pessoas brigando e discutindo. Vêem um mundo que, para os mais jovens, parece ser branco e negro, onde não existem zonas cinzentas, somente o certo e o errado. Eles vêem os chefões das grandes corporações saqueando o planeta, e não se fazem de desentendidos sobre isso. Não vêem o mundo como um bom lugar para se viver. Então, consequentemente, se afogam nas drogas para deixá-los ainda mais confusos, e tentam escapar porque não tem suficiente cultura para suportá-lo. O topo do poder compreende bem esta dinâmica.

 

É muito triste ver algumas das reservas indígenas americanas. De vez em quando fazem algum especial televisivo sobre elas. A cultura não foi somente destruída, mas eles tampouco têm memória do que ela representa - ainda que, na verdade, não tenha passado tanto tempo - de tão eficiente que foi a guerra que fizeram contra a história desse povo e contra eles mesmos. Eles adotaram as piores coisas do ocidente que lhes foi oferecida, tais como a televisão e a indústria da criação cultural.  John Stuart Mill e outros disseram muito tempo atrás, que certos povos não levariam isso adiante por que eles não se adaptariam ao sistema econômico do homem branco. Vemos isso acontecer com os índios americanos. Em algumas partes vemos crianças cheirando gasolina ou cola dentro de sacolas de plástico para escapar. Para escapar do quê? Do pensamento consciente, por que tudo o que vêem quando estão conscientes é miséria. Isto é o que vêem para o futuro. Você pode transferir esta técnica para todos os outros povos e culturas.

Enquanto as famílias constituídas pelos dois pais, ou apenas um deles, estiverem correndo na tentativa de fazer todas as coisas que a mídia, as revistas que lêem e os filmes que vêem, todo esse mundo de fantasia, disseram que fizessem, eles estarão perdendo contato com seus filhos, que pensam que estão crescendo em sua própria geração. E, ainda, sua própria geração também tem sido abatida com uma propaganda niilista, intencionalmente, que produzem dois efeitos: um deles é que eles poderão se tornar niilista por sua própria conta podendo se tornar humildes, submissos e seres fragilizados ou, então, poderão alistar-se nas forças armadas e juntar-se ao grupo dos vencedores, de acordo com seu ponto de vista. Os garotos asteróides. Imagine, com aqueles capacetes e trajes negros e tudo o mais. Isto é o que farão, tomarão um ou outro caminho. O primeiro porque não podem encontrar nenhuma outra maneira de respeitarem a eles mesmos e ganhar respeito dos demais, o segundo simplesmente para ganhar respeito da sua “nova irmandade”, como se aquelas pessoas, os autorizados, tivessem algum senso de fraternidade, de irmandade.

Já faz muito tempo que criaram a série de filmes do “Jornada nas Estrelas”, dissimulado, no seu próprio estilo, porque havia muita gozação por detrás das cenas feitas pela própria equipe produtora e por aqueles que a escreveram. É interessante observar que aqueles tipos, os guerreiros do filme, os soldados, realmente não tinham cara, por que eram completamente sacrificáveis, eram apenas números. Não eram sequer pessoas ou nomes, são apenas números. Crescemos nesta realidade. Crescemos assistindo a estudantes sendo mobilizados por seus professores, não importa para quê (tem sido assim por muito, muito tempo, reação, contra reação e solução).  Temos visto eles se levantarem contra as grandes reuniões de organizações internacionais que tratavam de roubar os direitos de todo mundo, as grandes reuniões corporativas. Temos visto muita desordem como resultado disso. Também vemos a militares alinhados a moda policial robocop, exatamente como as personagens do Jornada nas Estrelas, batendo seus escudos blindados, tal qual os Zulus, para fazer pressão psicológica. Batem em uníssono, e partem para cima dos protestantes. Eles atacam nossos próprios filhos, e nós simplesmente mudamos para o canal de esportes, ou drama, ou qualquer coisa que nos faça escapar para mais fantasia, já que viver no surrealismo significa não ter que lidar com a amarga verdade da vida.

As forças armadas foram treinadas para atacar a seus próprios filhos, equipadas com o dinheiro das nossas próprias taxas, isso por que estiveram protestando pelo que é óbvio – um obvio erro. Mesmo quando eles realmente não compreendem, mas foram incitados pelo CFR (o Conselho de Relações Internacionais) e Instituto Real de professores, ainda assim, eles sentem que algo irá afetar suas vidas está acontecendo, onde eles não tem direito de voz, e sabem que o que está para acontecer não é algo bom, pelo menos não para eles. Chamamos isso de civilização moderna.

Eu falei a esse respeito no dialogo da semana passada, a propósito do Ministro de Defesa; eles estão preparados para estes distúrbios relâmpagos, ou o que quer que eles chamam isso. "Distúrbios Relâmpagos". Todos esses jargões elaborados pelos psicopatas, e que funcionam como marca registrada, o fazem com duplo sentido. Onde estão os pais durante esses protestos?  Onde estavam? Se eles estão já tão destruídos pelo tempo ao atingirem seus 35 e 40 anos e suas vidas parecem haver terminado, eu não posso compreender isso.  Se os pais simplesmente se desconectam quando assistem aos jogos de bola e as mães no seus afazeres de auto-endeusamento, então, quem põe todos esses pensamentos em suas mentes? Quem lhes ensinou essa cultura, esse desvio de conduta? Aí voltamos à Grécia e Roma antigas, e outros impérios ao longo do caminho.

Longe de ser um profeta da escuridão e destruição, estou tentando motivar as pessoas para que comecem a se unir, munidas com informações fundamentadas, para impedir e redirecionar os acontecimentos. Talvez, pela primeira vez na história, por um longo, longo período de tempo, pelo menos, desde que o dinheiro foi criado, vocês devem decidir a favor de vocês mesmos sobre a vida; qual seu valor, seu propósito? Seria simplesmente seguir adiante dentro de um sistema que nos foi ensinado, um único tipo de sistema em que, para cada vencedor, deve haver um milhão de perdedores. É para isso que serve a vida?  Estas perguntas devem ser feitas. Elas devem ser debatidas. Todas as barreiras que foram criadas e intensificadas, deliberadamente, devem ser derrubadas por aqueles que serão os primeiros a cruzá-la, e que estão dispostos a isso. Isso, gradualmente, já vem ocorrendo. Logo, as notícias não são tão más assim por que, gradualmente, algo já vem acontecendo. É muito melhor falar e discutir a respeito disso agora que podemos fazê-lo sem pânico, medo ou terror, que esperar um amargo fim, evitando o que o Ministério da Defesa britânico espera de nós, ou seja, pânico e reação, como animais desesperados.

 

Isto é tudo por hoje; foi uma rápida conversa, como sempre.  Este dia tem sido muito cansativo, como tem sido todos os dias.  Perdoem-me se pareço cansado, ou se divago um pouco.  Para meu cachorro, Hamish, e para mim, será uma boa noite, e também será para o teu Deus ou Deuses ou, pelo menos, que o lampejo de algum tipo de paz esteja com você.

 

Moody Blues

Eu sei que você está aí em algum lugar (“I Know You’re Out There Somewhere”)

Eu sei que você está aí em algum lugar
Em algum, algum lugar
Sei que de algum modo vou te encontrar
De algum modo, algum modo
E de algum modo vou voltar pra você

A névoa lentamente se está levantando
Eu já posso ver o caminho adiante
E deixei para trás os caminhos vazios
Que algum dia inspiraram minha vida
E a força da emoção
É como um trovão retumbando no ar
Porque as promessas que fizemos um ao outro
Me perseguem sem descanso

Eu sei que você está aí em algum lugar

Em algum, algum lugar
Eu sei que você está aí em algum lugar
Em algum lugar escuta a minha voz
Sei que de algum modo vou te encontrar
De algum modo, algum modo
Sei que de algum modo vou te encontrar
E que de algum modo vou voltar pra você

O segredo da tua beleza
E o mistério da tua alma
É o que tenho buscado em cada pessoa que encontro
E as vezes que tenho errado

Enquanto cresce a grama
Por debaixo de nossos pés


Sei que você está aí em algum lugar
Em algum, algum lugar
Sei que você está aí em algum lugar

Em algum lugar você poderá ouvir a minha voz
Sei que de algum modo vou te encontrar
De algum, algum modo
Sei que de algum modo vou te encontrar
E que de algum modo vou voltar pra você outra vez

Das palavras que eu me lembro
De minha meninice é ainda verdade
Que não há cegueira maior
Que aquelas que não veremos jamais
E para aqueles que perderam a coragem
E dizem que é perigoso tentar
Bem, é porque simplesmente não sabem
Que o amor eterno não se pode negar

Sei que você está aí em algum lugar
Em algum, algum lugar
Sei que você está aí em algum lugar
Em algum lugar você poderá ouvir minha voz
Sei que de algum modo vou te encontrar
De algum, algum modo
Sei que de algum modo vou te encontrar
E de algum modo vou voltar pra você

Eu sei, sei que isso vai acontecer
Sinto você se aproximar
E logo estaremos de volta
Para a fonte da nossa juventude
E se você se despertar assustada
Eu estarei na escuridão junto a você

Te abraçarei bem forte
Para protegê-la com sinceridade

Sei que você está aí em algum lugar
Em algum, algum lugar
Sei que você está aí em algum lugar
Em algum lugar você poderá ouvir minha voz
Sei que de algum modo vou te encontrar
De algum, algum modo
Sei que de algum modo vou te encontrar
E que de algum modo vou voltar outra vez pra você.

 

(Traduzido por Marley Brasil Legaz)